30 de nov. de 2010

Caminhada pela paz > dia 5, às 9h

"Caminhando pela paz. Nasceu para vós um Salvador."

 

As comunidades da região norte de Caxias do Sul,

frente à violência crescente na região,

realizarão uma Caminhada pela Paz:

 

5 de dezembro de 2010

saída às 9 horas

 

O roteiro desta caminhada, se dará de quatro pontos distintos:

1° Grupo: Bairro Belo Horizonte: Saída em frente ao colégio Tancredo Neves;

2° Grupo: Bairro Vila Ipê: Saída em frente ao Centro Comunitário;

3° Grupo: Centenário I, II, São Luiz: Saída em frente à Igreja/UBS do Centenário II

4° Grupo: Santa Fé: Saída em frente ao Centro Comunitário do Santa Fé.

 

As 10 horas haverá a concentração dos diversos grupos

no pátio de fronte a Igreja Santa Rita de Cássia,

no bairro Santa Fé, com mensagens de acolhida e paz.

 

Tragam símbolos da paz, como cartazes, faixas,

fotos de vítimas da violência e

venham vestidos de camiseta branca!

 

Certos de vossa atenção e assistência,

desde já agradecemos com desejos de paz e bem a todos. 

 

Paróquia Santa Fé

Comunidade Santa Rita de Cássia

4 de nov. de 2010

Mesa de Diálogo sobre Direitos Humanos chega a Caxias do Sul

04/11/2010 - Direitos Humanos
Mesa de Diálogo sobre Direitos Humanos chega a Caxias do Sul
Por: Jorn. Natália Pianegonda

 

http://www.mp.rs.gov.br/thumbs/imprensa/1/220/220/logomesadedialogoscaxias.jpg

Última edição do ciclo em 2010 reunirá MP e entidades de Caxias para debater direitos humanos


Evento será realizado nesta sexta-feira, 5, a partir das 10h, na sede da Promotoria do Município

Para aproximar o Ministério Público da sociedade e fortalecer a defesa dos direitos humanos na Região da Serra, chega a Caxias do Sul a 6ª e última edição do ciclo “Mesa de Diálogos sobre Direitos Humanos”, promovido pelo Ministério Público em parceria com o Movimento Nacional de Defesa dos Direitos Humanos. O evento será realizado nesta sexta-feira, 5, a partir das 10h, na sede da Promotoria do Município (Av. Independência n.º 2372, Bairro Exposição).

O objetivo da atividade é ampliar o acesso à Justiça por meio dos mecanismos do Ministério Público, contribuindo para que a sociedade gaúcha compreenda amplamente a temática e as diversas formas de promoção e proteção dos direitos humanos.

Conforme o coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos, Francesco Conti, “é dada a oportunidade de que as entidades da sociedade civil exponham suas necessidades e conheçam a quem podem recorrer para garantia do acesso aos direitos humanos, que é o Promotor de Justiça. Este, por sua vez, pode relatar as ações desenvolvidas pelo Ministério Público neste âmbito e obter subsídios para sua atuação”. O diálogo resultará em sugestões para atuação dos Promotores e para aprimorar a relação entre o Ministério Público e a sociedade civil organizada.

Durante todo ano a Mesa de Diálogos passou por diferentes regiões do Estado, promovendo discussões e debates sobre a atuação do Ministério Público e de entidades da sociedade civil, os desafios e formas de aperfeiçoar a defesa dos direitos humanos em todo o Rio Grande do Sul. O ciclo é um projeto que integra o Portas Abertas do Ministério Público, programa que engloba diversas ações, cujo propósito é aproximar ainda mais a Instituição da sociedade.

Programação:

10h – Abertura: representante MPE Promotor de Justiça Dr. Alécio Silveira Nogueira, representante do Movimento Nacional de Direitos Humanos- MNDH/RS e representante do Centro de Estudos, Pesquisa e Direitos Humanos - CEPDH

10h 10min – Painel: “Concepção e Promoção dos Direitos Humanos”
Concepção e Promoção dos Direitos Humanos: Papel do Ministério Público
Dr. Luiz Claudio Varela Coelho – Ouvidor do Ministério Público
Dr. Adrio Rafael Paula Gelatti – Promotor de Justiça

Concepção e Promoção dos Direitos Humanos: Papel da Sociedade Civil
Prof. Paulo Carbonari – Conselheiro Nacional do Movimento Nacional de Direitos Humanos- MNDH/RS - Mestre em Filosofia pela UFG – Doutorando em Filosofia pela UNISINOS

11h 30min– Diálogo com participantes

12h – Intervalo para Almoço

13h 30min – Dr. Delson Arnildo Manzke – Coordenador do MPE local
Dr. Francesco Conti - Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos do MPE
Me. Paulo César Carbonari - MNDH

14h 15min– Trabalho em Grupos

1. Qual o papel do Ministério Público Estadual na promoção dos direitos humanos?
2. Qual o papel da sociedade civil (movimentos sociais) na promoção dos direitos humanos?
3. Como deveria ser a relação/interação entre Ministério Público Estadual e Sociedade Civil para a promoção dos direitos humanos?

15h 30min– Intervalo

15h 45min – Dialogo via Plenária: relato dos grupos e intervenções dos participantes

17h – Encerramento

 

http://www.mp.rs.gov.br/noticias/id22969.htm

30 de out. de 2010

O Papa e a política

O Papa e a política

Dom Luiz Carlos Eccel

 

Já havia lido o discurso do Papa Bento XVI, aos Bispos do Maranhão, em visita ad limina apostolorum. Muito interessante o discurso do Papa. Ele não pode deixar de cumprir sua missão de Pastor Universal, exortando o Povo de Deus, especialmente no que diz respeito à defesa da VIDA.

O Santo Padre foi muito oportuno e feliz nas suas colocações, porque o Estado Brasileiro é laico, mas seu povo é religioso, e isto precisa ser respeitado.

Quando digo que o povo é religioso é porque está disposto a fazer a Vontade de Deus e não somente dizer: Senhor, Senhor..., como às vezes se pretende, de maneira especial dentro da própria Igreja. Existem facções sociais, políticas e religiosas especializadas em fazer lavagem cerebral, deixando as pessoas sem convicções, mas com obsessões, e com a consciência invencivelmente errônea.

Ficam semelhantes aos grãos de pipoca que levados ao fogo não estouram, e com mais fogo, mais duros ficam. Tornam-se donas da "verdade". Estão até manipulando o texto do Papa, para justificar a sede do poder.(cf.http://www.releituras.com/rubemalves_pipoca.asp)

É a Vontade de Deus que nos salva e não a nossa, e sobre isto precisamos sempre nos exortar mutuamente, como diz o Apóstolo São Paulo. Portanto, que nossa fé seja sempre vivificada pela mútua exortação. Pode ocorrer de nos esquecermos que somos todos peregrinos caminhando para a Casa do Pai, e quando lá chegarmos, poderemos ouvir de Jesus o seguinte: "Afastai-vos de mim, vos que praticastes a injustiça, a maldade" (Lc13,27). Creio que ninguém vai querer ouvir isto naquela hora. Seu passaporte está em dia? Pode ter certeza de que a eternidade existe... Assim, busquemos alimentar nossa fé, sem esquecer, como diz o Papa, que ela deve implicar na política. A fé sem obras é morta, diz a Escritura Sagrada. E uma das obras que deve provir da fé, é o nosso voto consciente em pessoas que vão governar para o bem comum, respeitando a vida em todas as suas etapas e dimensões.

No mesmo dia em que li o discurso do Papa, assistindo ao telejornal, à noite, escutei o pronunciamento da candidata e do candidato à presidência do Brasil a respeito do discurso do Papa. Ambos concordaram com as Palavras do Papa, dizendo que é missão dele exortar para uma vida coerente com os valores da fé e da moral, e que as palavras do Papa valem para todas as pessoas de fé, no mundo inteiro.

O Papa falou, também, que o voto deve estar a serviço da construção de uma sociedade justa e fraterna, defensora vida.

Como Bispo da Igreja Católica, e como cidadão brasileiro, fico feliz por saber que nosso Presidente tem defendido a vida, e sempre se pronunciou contra o aborto. Nesses últimos anos o Brasil tem crescido e melhorado em todos os aspectos, de maneira especial no respeito à vida e a valorização da dignidade humana. Esta é a Vontade de Deus! E as pessoas, em plena posse de suas faculdades mentais, vão reconhecer esta verdade.

Nosso país está em pleno desenvolvimento e assim queremos continuar e, depois de 500 anos, nosso povo quer eleger, pela primeira vez, uma mulher que tem compromisso com a vida e provou isso com sua própria vida. Como?

Ela não fugiu para o exterior durante a ditadura, mas a enfrentou com garra e, por isso, foi presa e torturada. Ela queria um país livre, e que todas as pessoas pudessem viver sem medo de serem felizes, vencendo a mentira e o ódio com a verdade e o amor, servindo aos ideais de liberdade e justiça, com sua própria vida. Disse Jesus: "Ninguém tem maior amor do aquele que dá a própria vida pelos irmãos" (Jo 15,13).

Obrigado Santo Padre por suas sábias palavras! A Dilma é a resposta para as nossas inquietações a respeito da vida. Quem sofreu nos porões da ditadura, não mata. Mas teve gente que matou a vida no seu ventre para fugir da ditadura, e portanto não deveria se comportar como os fariseus, que jogam pedras, sabendo-se pecadores. E Jesus disse: "Quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la, e quem entregar sua vida por causa de mim, vai salvá-la"(Mt 10,39)

Vamos fazer o nosso Brasil avançar ainda mais, com Dilma, que já provou ser coerente, competente e comprometida com a VIDA. O dragão devastador não pode voltar ao poder.

Deus abençoe os leitores e eleitores, governos e governados. Saúde e paz a todos (as)!

Tudo o que você me desejar, eu lhe desejo cem vezes mais. Obrigado.

Caçador, 28 de outubro de 2010

Dom Luiz Carlos Eccel

Bispo Diocesano de Caçador

 

Também publicado em: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17143

26 de out. de 2010

CARTA ABERTA DO MNDH SOBRE AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

O processo político que a população brasileira enfrenta hoje, voltado para contexto das eleições presidenciais, traz à sociedade civil organizada a responsabilidade de promover a organização popular e cumprir o papel de agente de formação de opinião e de orientação diante do processo histórico
de redemocratização do país, traçado a duras penas com a derrubada da ditadura militar no país.

Para os companheiros e companheiras que ocupam posições de lideranças populares, que integram os movimentos sociais, que compõem a rede MNDH e outras redes de articulação, que buscam os mesmos objetivos, algumas coisas ficam muito claras nesse momento político de grande importância para os
destinos de todos e todas nós e de nossos projetos.

Isto é, os interesses da maioria da população brasileira devem prevalecer em detrimento dos interesses de grupos que historicamente agem de formas a defenderem seus privilégios, contra os direitos inscritos na Constituição Federal Brasileira.

Nestas semanas que antecedem o segundo turno para eleições presidenciais as pessoas têm sido provocadas com mensagens caluniosas, difamatórias que em nada colaboram com a construção de suas preferências eleitorais.

A baixaria que dissemina ódio e alimenta conflitos sobre temas importantes, não é jogo adequado para processos eleitorais e não ajuda a consolidar uma sociedade democrática. Por isso, a "guerra de informação" que tem sido produzida muitas vezes por autores não identificados, mesmo que sempre
ultraconservadores, e irresponsavelmente reproduzida por boa parte da mídia e pela internet, é ruim e não ajuda em nada. Diante disso, a melhor arma é sempre buscar a informação consistente, fundada e segura.

O que está em jogo de fato no atual debate não é a questão do aborto, a religião, a vida pessoal de cada candidato, a "bolinha de papel", por exemplo, mas sim a democracia. Estes e outros temas estão sendo tratados de forma maliciosa e eleitoreira.

Por estas razões, nosso papel é estar com a maioria da população, com as vítimas das violações de direitos humanos, com os que são discriminados, com todos aqueles que são subjugados pelos que defendem uma sociedade excludente e geradora de injustiças. Ajudando a compreender o que está verdadeiramente em jogo e, acima de tudo, indicando posições que somem forças para continuar
a construção de um Brasil justo, democrático e que tenha os direitos humanos não apenas como discurso, mas como realidade no cotidiano de cada um dos brasileiros e cada uma das brasileiras.

Nosso papel é apoiar propostas que apontem para o compromisso com a justiça social, com o fim da violência, da criminalização dos movimentos sociais e dos defensores e defensoras de direitos humanos, com o fim das desigualdades.

Expressamos nosso apoio à candidatura que declare seu compromisso com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, com os Pactos Internacionais de Defesa de Direitos, com o fim da tortura, da exploração sexual infantil e do trabalho escravo, com a defesa dos direitos trabalhistas, o fim da corrupção e a impunidade.

Enfim, com a efetivação de todos os termos do Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH III e a manutenção de sua integralidade, construída pelas mãos de diversos atores comprometidos com um Brasil melhor e a continuidade de um projeto que, também, efetive o reconhecimento do "Direito à Memória e à Verdade" pela população brasileira e punição dos responsáveis pelos atos de tortura e morte de presos e desaparecidos políticos, durante os anos de ditadura militar.

Nossa rede, entidades filiadas e parceiros têm dado mostras evidentes em suas diversas manifestações de que sabem de que lado estarão quando forem às urnas em dia 31 de outubro, que país que queremos e quais propostas políticas apoiamos para o Brasil dos próximos anos.

Cabe lembrar, nesse contexto, o que disse há muito, Simone de Beauvoir: "A ideologia da direita é o medo". Conclusão, infelizmente ainda atual e a qual jamais nos submetermos.

Coordenação Nacional do MNDH

Outubro/2010.

5 de out. de 2010

dh em pauta

 

 Número: 137 - sexta- feira, 1º de outubro de 2010 -  Ano 4                                 Para receber este boletim no seu e-mail, clique aqui


Primeira-dama e ministros prestigiam lançamento das ações Siga Bem Criança e Siga Bem Mulher, em Guarulhos (SP)
 

Guarulhos (SP) - A primeira-dama Marisa Letícia, representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; o ministro Paulo Vannuchi, a ministra Márcia Lopes, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Aparecida Gonçalves, representando a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; e a secretária nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Silveira de Oliveira, participaram do lançamento da 5ª Caravana Siga Bem Caminhoneiro, na quarta-feira (29), em Guarulhos (SP).

O projeto, que se desdobra nas ações Siga Bem Criança e Siga Bem Mulher, tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância de se garantir os direitos das mulheres e de crianças e adolescentes, bem como divulgar o Disque 100 e o Ligue 180, sistemas que recebem denúncias de violações contra esses segmentos da população. Leia mais

Vannuchi participa da abertura de exposição sobre a ditadura, na USP, 2ª feira (4)
 

Brasília (DF) - O ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), participa na próxima segunda-feira (4), às 19h, na Universidade de São Paulo (USP), da abertura da exposição "A ditadura no Brasil - 1964/1985". Após a abertura, o ministro realiza uma palestra sobre o tema "Direito à Memória e à Verdade". O evento é uma realização do Diretório Central dos Estudantes (DCE), em parceria com a SDH. Leia mais

Direitos Humanos comemora Dia Mundial do Idoso - 1º de outubro
 

Brasília (DF) - Para marcar o Dia Mundial do Idoso, comemorado em 1º de outubro, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) promoverá uma agenda com debates, palestras e caminhada, entre outras ações, em todo o país. Ao longo de todo o mês de outubro estão programadas atividades em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Leia mais

Acessibilidade no mercado de trabalho é tema de debate, em Brasília (DF)
 

Brasília (DF) - A diretora de Políticas Temáticas da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Ana Paula Crosara, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), fez palestra na quinta-feira (30) durante o Fórum do Trabalho da Pessoa Com Deficiência, realizado pela Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE/DF. Leia mais

Pré-inscrições abertas para curso "Direitos Humanos e Mediação de Conflitos"
 

Brasília (DF) - Com 68 mil pessoas matriculadas no Brasil e no exterior desde 2008, o curso gratuito à distância de Direitos Humanos e Mediação de Conflitos, realizado pela Secretaria de Direitos Humanos em parceria com o Instituto de Tecnologia Social, abriu o cadastro de espera para novas inscrições. O objetivo é capacitar e dar subsídios para o encaminhamento de situações de conflito e ainda contribuir para a promoção e defesa dos direitos e o respeito à diversidade. Leia mais

Encontro debate Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, em Marília (SP)
 

Marília (SP) - O coordenador geral de Educação em Direitos Humanos, Fábio Potiguar dos Santos, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), foi a São Paulo quinta-feira (30) participar do 6º Seminário Direitos Humanos no século 21 e do 4º Encontro de Direitos Humanos da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Marília (SP). Leia mais

Secretaria participa de seminário internacional do IBGE sobre Censo Demográfico
 

Rio de Janeiro (RJ) - Com o objetivo de discutir o Censo Demográfico 2010, a coordenadora-geral de Comunicação e Informação dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Flávia Maria de Paiva Vital, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), participou de uma mesa de debates, na quarta e quinta-feira (29 e 30), durante seminário internacional realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro. Leia mais

Direitos Humanos promove reunião sobre proteção a testemunhas, em Brasília (DF)
 

Brasília (DF) - Com o objetivo de elaborar propostas de avanços nos programas de proteção, gestores federais e estaduais estiveram em Brasília, quinta-feira (30), para a reunião do Fórum Permanente dos Programas de Proteção a Testemunhas. A secretária nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Lena Peres, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), abriu o encontro, que também contou com a participação do diretor de Defesa dos Direitos Humanos, Fernando Matos, e da coordenadora geral de Proteção a Testemunhas, Nilda Turra.  Leia mais

Direitos Humanos é tema de debate na Academia de Polícia Militar de Minas Gerais
 

Belo Horizonte (MG) - A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) participou do 6º Seminário de Direitos Humanos da Academia de Polícia Militar de Minas Gerais, em Belo Horizonte. A secretária nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Lena Peres, fez palestra na terça-feira (28) sobre as políticas públicas desenvolvidas nessa área. Ela apresentou os projetos da SDH e a terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3. Leia mais

Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é tema de encontro em Brasília
 

Brasília (DF) - Com a participação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), a Universidade Católica de Brasília (UCB) realizou encontro, na quarta-feira (29), em homenagem ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência -- comemorado em 21 de setembro. Leia mais

Secretaria participa de curso de capacitação na área da pessoa com deficiência
 

Manaus (AM) - O Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (Conade) e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) participaram do curso de Capacitação do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Amazonas, em Manaus, entre segunda-feira (27) e quarta-feira (29). Leia mais

 

Direitos Humanos em Números - Idosos

67,5%
 

dos municípios com mais de 500 mil habitantes possuem políticas para idosos.


Fonte:
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2009.


Para mais informações acesse o site: www.direitoshumanos.gov.br
Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR)

Setor Comercial Sul , Bloco B, Quadra 9, Lote C, Edifício Parque Cidade Corporate, Torre A,

CEP: 70308-200 , Brasília, DF, Telefone: (55 61) 2025-3732 / 2025-3498

Twitter: @DHumanos

E-mail: imprensa@sedh.gov.br

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27 de ago. de 2010

Centro de Estudos Pesquisa e Direitos Humanos ocupa a Tribuna Livre

Discurso defendeu a abertura dos arquivos da Ditadura e punição aos crimes de tortura


Foto: Diego Netto

Desde a tribuna, na sessão desta quinta-feira (26), o presidente do Centro de Estudos Pesquisa e Direitos Humanos de Caxias do Sul, padre Roque Grazziotin, explanou sobre a Lei da Anistia, que completará 31 anos no próximo dia 28 de agosto. A referida lei permitiu que parlamentares, jornalistas e milhares de pessoas, que se engajaram na luta contra a Ditadura Militar (1964-1985) pudessem retomar suas vidas e ser indenizados pelo que sofreram durante o período de repressão.

Segundo o padre Roque, mesmo definido como amplo, geral e irrestrito, o processo da Anistia deixou a desejar no que diz respeito à punição aos crimes contra os direitos humanos. Defendeu a responsabilização do Estado, por meio da abertura dos arquivos da Ditadura. Considerou que a medida facilitaria o esclarecimento sobre o que, de fato, ocorreu durante o regime, bem como, as consequências dos Anos de Chumbo para a população brasileira.

Presente à sessão, o anistiado político, Orlando Michelli, destacou que a Lei da Anistia falha, ao ser omissa quanto à aplicação de punições aos torturadores. O Estado não tem interesse em aprofundar essa questão. Assim, o único poder que pode fazer alguma coisa é o Legislativo, que precisa atuar como o defensor da democracia. Esquecer é sempre uma forma de abrir precedente para que algo se repita, alertou.

Os vereadores apoiaram as opiniões expostas na Tribuna Livre. Ari Dallegrave/PMDB salientou que os fatos desse período precisam ser mais divulgados, a fim de que as pessoas possam compreender o que significa a falta de liberdade e de democracia. Mauro Pereira/PMDB também referiu que o Legislativo deve trabalhar para a manutenção do sistema democrático de governo. Denise Pessôa/PT apontou para a necessidade de abertura dos documentos arquivados pelo regime.

Enquanto isso, Renato Nunes/PRB, que preside a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, referiu o trabalho realizado pela manutenção dos direitos humanos. Ana Corso/PT lembrou que, devido às lutas pelas liberdades democráticas, dificilmente, essa parte da trajetória política do país será esquecida.

Os parlamentares Assis Melo/PCdoB e Elói Frizzo/PSB também apoiaram os fundamentos da democracia. Frizzo enfatizou que são poucas as pessoas que têm a ousadia de defender a criminalização das torturas cometidas na Ditadura.

O Centro de Estudos Pesquisa e Direitos Humanos é uma entidade a serviço dos trabalhadores, como um espaço de pesquisas para subsidiar políticas públicas, nas áreas de violência, saúde, educação e assistência social. O órgão é filiado ao Movimento Nacional de Direitos Humanos.

26/08/2010 19:42
Assessoria de Comunicação
Câmara de Vereadores de Caxias do Sul

25 de ago. de 2010

..: nesta quinta, as 17h > 31 anos da Lei da Anistia :..

dia 26 de agosto de 2010, as 17 h,

na Câmara de Vereadores de Caxias do Sul

o espaço da Tribuna Livre será ocupado pelo

Centro de Estudos, Pesquisa e Direitos Humanos,

para resgatar os 31 anos da Lei da Anistia.

 

Orlando Michelli, anistiado político, e

Roque Grazziotin, do CEPDH,

falarão sobre as lutas da época,

pelo fim da tortura, em favor dos direitos humanos e da democracia

 

 

Em cada diferença, a igualdade

Programa - CEPDH

P rograma Razões da Fé: Centro de Estudos, Pesquisa e Direitos Humanos: lugar onde é aplicada a doutrina social da igreja Programa de 23/12/...