21 de abr. de 2010

próximo final de semana

Economia solidária é um jeito diferente de produzir, vender,

comprar e trocar o que é preciso para viver, sem explorar ninguém.

 

Em nossa região, diversos grupos já experimentam e vivem a Economia Solidária. São iniciativas de produção, comercialização e consumo solidários. É preciso tornar visíveis estas iniciativas. Nesta feira, serão apresentados não só os produtos e serviços, mas também as experiências destes grupos.

 

 

PROGRAMAÇÃO:

 

Sábado 24

9h        Composição da Mesa:

- Sr. Jorge Luiz da Silva Nascimento - Coordenador-Geral de Fomento da Economia Solidária e representante da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES)

- Representantes de Prefeituras

- Representante da Diocese

- Assessores

- Convidados 

9h30    A economia solidária da região da serra – Mapeamento - Prof. Vera Schimitz - Unisinos

10h      Políticas Públicas para a economia solidária no país - Jorge Luiz da Silva Nascimento - Coordenador-Geral de Fomento da Economia Solidária, representante da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES)

10h30 Abertura da Feira

10h40 Participação cultural de artistas e músicos locais

10h40 Coletiva de imprensa

11h      Oficina da Juventude – sobre Economia Solidária, para adolescentes e jovens

Almoço

Participação cultural de artistas e músicos locais

13h30 Coral do ACEPMEN

14h      Relatos de algumas iniciativas:

- AECIA - Antônio Prado

- Centro Ecológico de Ipê

- Grupos ecológicos de Nova Bassano, Nova Prata e Paraí

- Ecocitrus - Montenegro

15h      Oficina da Juventude

15h30 "Educação e economia popular solidária" - Lançamento do livro, de Telmo Adams

16h      Experiência das associações de recicladores na realidade urbana

17h      Atividades culturais

18h      Encerramento

 

Domingo 25

8h        Abertura da feira

9h        A economia solidária na perspectiva eclesial - Pe. Júlio Giordani

10h      Crédito, micro-créditoAcredisol

10h      Oficina da Juventude

10h30  Políticas Públicas - Legislação para economia solidáriaCáritas

11h30  Saúde, alimentação, consumo consciente – Leandro Venturin

Atividades culturais

Almoço

Atividades culturais

14h30  Oficina da Juventude

16h      Encerramento da feira

Leitura da carta aberta

  

 

Esta feira é uma iniciativa da turma de 2009 da Escola de Formação Fé, Política e Trabalho. Já a turma de 2007 fundou, no mesmo ano, a Acredisol - Associação de Microcrédito Popular e Solidário, inspirada na prática transformadora de Muhammad Yunnus (Prêmio Nobel da Paz 2006) na Índia.

A Escola está na 7ª edição e já formou mais de 550 alunos.

 

 

> Ajude a divulgar, convide outras pessoas, visite a Feira!

 

Mais informações:

Fone 54) 3211-5032

Blog da Feira: www.feiraecosolidaria.blogspot.com

Acredisol - Associação de Microcrédito Popular e Solidário: www.acredisol.blogspot.com

Escola de Fé, Política e Trabalho: ww.diocesedecaxias.org.br/fe_politica_trabalho_2010.php

Cáritas Caxias: http://caritascaxias.blogspot.com/

 

16 de abr. de 2010

Feira de Economia Solidária | 24 e 25 de abril de 2010 | Programação:

Sábado | 24 de abril de 2010

 

9h – Abertura – Compor a mesa:

- Sr. Jorge Luiz da Silva Nascimento, Coordenador-Geral de Fomento da Economia Solidária, representante da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES)

- Representantes de Prefeituras

- Representante da Diocese

- Assessores

- Convidados

 

9h30m - Prof. Vera Schimitz – A economia solidária da região da serra - Mapeamento

10h - Sr. Jorge Luiz da Silva Nascimento, Coordenador-Geral de Fomento da Economia Solidária, representante da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES) - Políticas Públicas para a economia solidária no país.

10h30m - Abertura da Feira

10h40m -  Participação cultural de artistas e músicos locais.

10h40m - Coletiva de imprensa

11h - Oficina da Juventude (para adolescentes e jovens, com gibis sobre economia solidária)

 

Almoço

- Participação cultural de artistas e músicos locais.

13h30m - Coral do ACEPMEN

14h00m - Relatos de algumas iniciativas:

- AECIA - Antônio Prado

- Centro Ecológico de Ipê

- Grupos ecológicos de Nova Bassano, Nova Prata e Paraí

- ECOCITRUS - Montenegro

15h - Oficina da Juventude

15h30m - Publicação do livro: "Educação e economia popular solidária", de Telmo Adams.

16h - Experiência das associações de recicladores na realidade urbana - Roque e Odete Spies e Associações

17h – Atividades culturais

18h – Encerramento

 

Domingo | 25 de abril de 2010

 

8h - Abertura da feira

9h - A economia solidária na perspectiva eclesial - Pe. Júlio Giordani

10h - Crédito, micro-crédito – Acredisol

10h - Oficina da Juventude

10h30m - Políticas Públicas - Legislação para economia solidária – Cáritas

11h30m - Saúde, alimentação, consumo consciente – Leandro Venturin

Atividades culturais

 

Almoço

Atividades culturais

14h30m - Oficina da Juventude

16h - Encerramento da feira

Leitura da carta aberta

17h - Missa no santuário - responsabilidade da Escola Fé, Política e Trabalho - missa do 6º. dia da Novena da 131ª Romaria de Caravaggio

 

 

Mais informações:     http://www.feiraecosolidaria.blogspot.com/

 

14 de abr. de 2010

Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal realiza Audiência Pública em Caxias do Sul

AUDIÊNCIA PÚBLICA da
Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal
com o tema abuso de autoridade, por parte da polícia, em Caxias do Sul
 
15 de abril     |     quinta-feira
14 horas
na Câmara de Vereadores de Caxias do Sul
 
 

5 de abr. de 2010

A Semana Santa e a herança de Oscar Romero

22.03.05 - BRASIL
 
Marcelo Barros *

Adital -
 
Certas celebrações religiosas me recordam o que uma de minhas irmãs contou. Um dia, o seu filho de três anos lhe chama para dar um presente. Comovida, a mãe vê o menino estender a mão que mantinha atrás das costas com o tal presente. Surpresa, a mãe vê que se trata de uma rã, tirada do esgoto e tentando escapar. Como mãe, ela tem o cuidado de não rejeitar o presente de amor que o filho lhe oferece e, ao mesmo tempo, descobrir a forma de se livrar da rã que ele insiste em lhe dar. 

Deus deve sentir-se assim com certas celebrações e presentes que os crentes lhe oferecem. Não quer contrariá-los e, ao mesmo tempo, não sabe o que fazer com "as rãs" de nossos sacrifícios, velas, incensos e louvações. Os profetas da Bíblia disseram isso, às vezes, de forma muito dura. Jesus denunciou: "Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim". "Deus é espírito e verdade e seus verdadeiros adoradores o adoram em espírito e verdade". "Quero a misericórdia e não o sacrifício, a relação humana e não o culto (holocausto)"

 

No Ocidente, cada ano, a Semana Santa é comemorada como o centro das celebrações da fé cristã, porém muita gente se liga apenas aos aspectos externos destas comemorações. Preocupam-se justamente com costumes tradicionais como não comer carne e com ritos populares como procissões e encenações da paixão. São costumes que têm forte sentido cultural e alguns se enraízam em crenças mais antigas que o cristianismo. Devem ser respeitados. Entretanto, em uma sociedade leiga como a nossa, o risco é que deles se guarde apenas a casca e não o conteúdo mais profundo que os motivou. Para quem tem fé, a proposta é lembrar o que aconteceu com Jesus para seguir hoje o seu caminho e trabalhar pela paz e solidariedade à qual ele consagrou a vida. A morte de Jesus na cruz não foi um rito religioso e sim um assassinato político. Aceitamos recordá-la cada ano para que esta memória nos ajude a viver de forma mais solidária.

 

Neste 2005 a quinta-feira santa cai na data em que o mundo recorda os 25 anos da morte de Dom Oscar Romero, arcebispo de San Salvador, assassinado por militares do exército, quando celebrava a eucaristia no dia 24 de março de 1980. Romero sabia que estava marcado para morrer. Em apenas três anos como arcebispo, sentiu-se obrigado a mudar sua forma de ser para servir aos mais pobres. Antes era um bispo conservador que não gostava de ver a Igreja envolvida em coisas sociais.

 

Ele confessava ter mudado de pensamento e de forma de ser aos 59 anos. O que não é fácil para ninguém. Muitos se perguntaram sobre o que levou Romero a mudar tão rápido e profundamente. Sobre isso o seu amigo e teólogo Jon Sobriño escreveu: "Ainda que possa parecer extremamente simples ou até estranho dizer isso, Romero foi um homem que acreditou em Deus"(1). Em um mundo no qual o nome de Deus aparece nas notas de dólar, nas entrevistas de Bush e nas paredes de qualquer quartel ou casa militar, para Romero, crer e ser testemunha de Deus significou, antes de tudo, amar e defender a vida onde ela estivesse ameaçada. Ele trabalhou por estruturas justas que tornassem possível a vida para todos os salvadorenhos, lavradores, operários e moradores de favelas. Dizia que a extrema pobreza dos lavradores tocava o coração de Deus. Na negação do ser humano, via a negação de Deus. A miséria e a injustiça que viu em San Salvador, a expectativa que o povo punha em sua pessoa e o fato de ver morrerem diversos auxiliares seus por defenderem a vida dos lavradores, o levou a se envolver cada vez mais na vida do povo, na defesa dos pequenos e na luta pela justiça.

 

Para Romero, celebrar a Páscoa de Jesus era, em primeiro lugar, posicionar-se como Jesus se posicionou. Em seu diário confessou que tinha muito medo de morrer, mas não podia fugir da missão de defender a vida dos pobres ameaçados e agredidos. O único cuidado que tomou foi não aceitar caronas de nenhum amigo e dispensar o seu motorista pessoal. Não queria arriscar a vida de mais ninguém além de si mesmo. Foi baleado quando celebrava a missa e ia oferecer a Deus o pão e o vinho, símbolos de nossa própria doação aos outros. Mais tarde se soube que, enquanto o corpo era velado na catedral e o povo pobre fazia fila para chorar junto do seu pastor, moças de um colégio católico festejavam com cervejas e danças a morte do arcebispo, a quem elas consideravam comunista e subversivo.

 

Na América Latina, desde a década de 80, a pobreza triplicou, as injustiças sociais e a violência aumentaram muito. Quase a cada dia, continuam sendo assassinados lavradores, índios e outras pessoas pobres. As Igrejas continuam celebrando seus cultos e o povo repetindo seus costumes religiosos tradicionais. A Campanha da Fraternidade Ecumênica pela Paz e Solidariedade nos recorda: a herança de Romero para nós é ligar a celebração desta Páscoa com o compromisso de trabalharmos para que o mundo e a sociedade que nos envolve sejam mais justas e fraternas. Celebrar a Páscoa de Jesus Cristo não é apenas repetir ritos já conhecidos. É dar um passo a mais para crescermos em solidariedade e vivermos a fé como serviço à vida, à justiça e à paz. Concretamente, na América Latina, isso significou para Romero e significa para nós, assumir a causa de todas as pessoas oprimidas e participarmos da caminhada de libertação. Como dizia Romero parafraseando Irineu de Lyon: "A glória de Deus é que o pobre possa ser livre".

 

(1) Jon Sobrino, Para Romero, la injusticia es el verdadero pecado, in CISA PROCESO, 18- 04- 1980, p. 2.

 


* Monge beneditino, teólogo
 

26 de mar. de 2010

Secretaria ganha status de ministério e muda de nome

25/03/2010 - 18:43

A partir desta quinta-feira (25),  a  Secretaria Especial dos Direitos Humanos tem novo nome: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e,  novo status: de ministério. O Diário Oficial da União  de hoje  publica a Medida Provisória  (MP)  483 que oficializa as mudanças. 

A SEDH ganha maior autonomia institucional e peso político. Não haverá aumento de despesa nem de cargos. A MP equipara o status de todos os órgãos ligados diretamente à Presidência da República, eliminando as diferenças na estrutura anterior.

Agora,  as quatro subsecretarias - Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Direitos da Criança e Adolescente, Direitos da Pessoa com Deficiência e de Gestão - passam a secretarias nacionais.

A Secretaria Adjunta foi transformada em Secretaria Executiva. Além disso, o  cargo de secretário especial dos Direitos Humanos passa a ser de ministro de Estado chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.  

As alterações valem com a publicação no Diário Oficial, mas ainda estão sujeitas à aprovação  da Medida Provisória pelo Congresso Nacional. 

24 de mar. de 2010

COLÓQUIO DIREITOS HUMANOS


www.cdhpf.org.br/ivcoloquio

Apresentação

O Colóquio Nacional de Direitos Humanos já tem uma trajetória consolidada como espaço aberto, plural e amplo de reflexão sobre concepção, fundamentação e realização dos direitos humanos. É momento de fortalecimento de parcerias e de ampliação do envolvimento de diversos agentes sociais, políticos, culturais e educacionais a fim de qualificar a atuação em direitos humanos.
O Primeiro Colóquio, realizado em 2004, teve temáticas gerais; o Segundo, realizado em 2006, também teve temáticas gerais; o Terceiro, realizado em 2008, concentrou temáticas de educação em direitos humanos. Entre suas marcas estão: a) pautar temáticas de direitos humanos; b) privilegiar público que está na formação inicial (graduandos de diversas áreas de conhecimento); c) contar com a presença de convidados de renome; d) ter uma modalidade de organização que inclui conferência de abertura, painéis, minicursos e comunicações; e) articular diversas instituições que, junto com a Comissão de Direitos Humanos de Passo Fundo são responsáveis pela organização.
O IV Colóquio Nacional de Direitos Humanos terá como tema Direitos Humanos e Desenvolvimento. A temática se justifica dado que o direito ao desenvolvimento é considerado um dos direitos humanos, conforme a Declaração Mundial sobre o Direito ao Desenvolvimento (ONU, 1986) e o Programa de Ação da II Conferência Mundial de Direitos Humanos (Viena, 1993) declarou que há estreita relação entre direitos humanos e desenvolvimento (e também democracia). No final do ano passado com a publicação do novo Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que dá um passo na implementação de políticas públicas de direitos humanos, também está claro o compromisso com a garantia do desenvolvimento como direito humano. O IV Colóquio também toma em conta a conjuntura que marca um momento importante da história brasileira na qual está na agenda o debate sobre o tipo de desenvolvimento que se pretende para o Brasil nos próximos anos.

Data e Local

O Colóquio seja realizado na semana de 12 a 16 de abril de 2010
no Centro de Eventos Notre Dame (entrada pela Rua Moron) em Passo Fundo, RS

Programação

12/04
Segunda Feira

18:00
Credenciamento e Distribuição de Material

19:30
Sessão Solene de Abertura - Presença de Autoridades e Lideranças Sociais

20:30
Conferência Magna

Tema: Direitos Humanos e Desenvolvimento: desafios para garantir a dignidade humana
Ementa: O eixo central do Colóquio pretende aprofundar de forma crítica aspectos da relação entre direitos humanos e desenvolvimento, procurando problematizar as concepções e projetos de desenvolvimento à luz dos compromissos com os direitos humanos. Neste sentido, o conceito central pretende-se sirva de articulação para o conjunto do evento é o conceito de sustentabilidade e suas diversas implicações e desdobramentos. Por isso, espera-se que a Conferência Magna sinalize para estes aspectos, articulando-os aos sub-temas que serão objeto de aprofundamento em cada Painel.

22:00
Encerramento das Atividades do Dia


13/04
Terça Feira

08:00 às 12:00
Minicursos

14:00 às 17:00
Oficinas e Comunicações

19:00
Atividade Cultural

19:30
Painel 1: Comunicação, Desenvolvimento e Direitos Humanos

Ementa: O painel visa desdobrar um dos aspectos da temática geral do Colóquio no sentido de explicitar a importância da democratização da comunicação e da informação e da garantia do direito humano à comunicação e à informação como conteúdos centrais para a efetivação de projetos de desenvolvimento que tenham como centro os direitos humanos. Visa também problematizar criticamente a concentração da informação e da comunicação como formas anti-democráticas e excludentes de desenvolvimento e de desrespeito aos direitos humanos. Pretende também problematizar a importância de as populações atingidas e a sociedade em geral receberem informação de qualidade e com possibilidade de participação e de produção de informações alternativas quando da implementação de grandes projetos de desenvolvimento.

22:00
Encerramento das Atividades do Dia


14/04
Quarta Feira

08:00 às 12:00
Minicursos

14:00 às 17:00
Oficinas e Comunicações

19:00
Atividade Cultural

Ementa: O painel visa desdobrar um dos aspectos da temática geral do Colóquio no sentido de explicitar a importância da questão sócio-ambiental na realização do desenvolvimento com direitos humanos, procurando trazer o tema da importância da justiça sócio-ambiental para a implementação de projetos de desenvolvimento tanto no campo quanto na cidade. A preservação dos recursos naturais e a perspectiva sustentável na implementação do desenvolvimento urbano e rural orientará a crítica a políticas e ações que se revelam insustentáveis e injustas em termos sócio-ambientais.

22:00
Encerramento das Atividades do Dia


15/04
Quinta Feira

08:00 às 12:00
Minicursos

14:00 às 17:00
Oficinas e Comunicações

19:00
Atividade Cultural

19:30
Painel 3: Direitos Sociais, Desenvolvimento e Direitos Humanos

Ementa: O painel visa desdobrar um dos aspectos da temática geral do Colóquio no sentido de explicitar a importância da garantia dos direitos sociais como expressão das demandas coletivas na realização do desenvolvimento com direitos humanos. Procurará problematizar criticamente a relação entre medidas cidadãs e medidas compensatórias na garantia de direitos sociais. Também procurará problematizar a importância das políticas sociais – como ações de Estado – como mecanismos de integração social, de combate à pobreza e da desigualdade. Mostrará os direitos sociais como conteúdos centrais de qualquer projeto de desenvolvimento com direitos humanos.

22:00
Encerramento das Atividades do Dia


16/04
Sexta Feira

08:00 às 12:00
Minicursos

14:00 às 17:00
Oficinas e Comunicações

19:00
Atividade Cultural

19:30
Painel 4: Participação, Desenvolvimento e Direitos Humanos

Ementa: O painel visa desdobrar um dos aspectos da temática geral do Colóquio no sentido de explicitar a importância da participação da população diretamente atingida por grandes projetos de desenvolvimento e da sociedade em geral nos debates que definem prioridades de investimento e de aplicação do orçamento público. Pretende também tematizar criticamente os limites dos instrumentos e mecanismos de participação e controle social que tem sido implementados. Pretende mostrar que a realização do desenvolvimento com direitos humanos exige a participação mais ampla possível de todos/as e a ampliação da democracia participativa – e o aprimoramento também da democracia representativa. Neste sentido, procurará discutir o papel dos movimentos sociais e as reações no sentido de sua desmoralização e criminalização.

22:00
Encerramento das Atividades do Dia


CONVIDADOS

Conferencista
Paulo de Tarso Vannuchi (SEDH/PR)

Painelistas

Laurindo Leal Filho (USP)
Bia Barbosa (Intervozes)
Renata Fortes (Jus Brasil)
Guisepe Tosi (UFPB)
Jacques Alfonsín (Acesso)
Nair Bicalho (UnB)
Ioshiaqui Shimbo (UFSCar)

Inscrições

Estudantes e professores de instituições co-promotoras poderão fazer a inscrição junto à Coordenação ou Secretaria do Curso em sua própria Instituição. Demais interessados deverão entrar em contato com a Comissão de Direitos Humanos de Passo Fundo.

Prazo: 05 de abril de 2010.

Todos os interessados devem fazer a inscrição.

Condições para inscrição

Somente participação sem certificação: gratuito
Participação com certificação:
R$ 15,00 para participantes em geral
R$ 25,00 para quem inscrever Comunicação

Para inscrever Comunicações, ver instruções específicas neste site.

Informações

Ligue para (54) 3313-2305 (tarde)
Mande uma mensagem eletrônica para: coloquio@cdhpf.org.br

8 de mar. de 2010

8 de março

100 anos de muitos sonhos, lutas e desafios

 

Foi o sonho da construção de um mundo melhor,  mais justo e igualitário que levou as mulheres operárias a se revestirem da armadura da coragem e lutarem por direito a uma vida digna, com uma carga menor de trabalho, por melhores salários, esse é o enredo que aprendemos quando falamos do  08 de março.

Este ano a celebração do Dia Internacional da Mulher - 08 de março completa 100 anos de existência.

Precisamos celebrar e festejar, pois sabemos que muito se avançou no que diz respeito à valorização das mulheres na nossa sociedade, mas não podemos deixar de organizarmos nossas lutas, pois ainda temos muito a fazer.

Na tentativa de elaboração de um diagnostico rápido sobre os avanços conquistados pela a luta feminina por igualdade de direito, contabilizamos questões importantes como:

v      Direito ao voto

v      Direito a ir à escola;

v      Inserção no mercado de trabalho;

v      Criação das delegacias especializadas no atendimento a mulher;

v      Programas de assistência integral a saúde;

v      Adoção de um sistema de cotas para assegurar a mulher o direito a disputar os espaços de poder na política partidária;

v      Leis que combatem a violência contra mulher, especialmente a domestica;.

Apesar dos avanços, entendemos que os desafios ainda são muitos, aqui destacamos alguns que precisam ser superados como a:

v      Discriminação e preconceito;

v      Isonomia salarial entre homens e mulheres no exercício da mesma profissão;

v      Violência física, sexual, psicológica e moral

v      Jornada dupla de salário

v      Entre tantos outros

Enfim, desejamos que o Dia Internacional da Mulher, continue marcado como um dia de dar visibilidade as lutas das mulheres, como o dia de reconhecer publicamente o trabalho que vem sendo desenvolvido por Marias, Lidianes, Luizas, Fátimas, Sônias,,,,,

Desejamos a todas as companheiras que se juntam para lutar e conquistar o sonho de outro mundo possível,  com respeitabilidade e igualdade de direito entre homens e mulheres......... Muita paixão, força e Coragem para continuar lutando.

FELIZ DIA DA MULHER!

Em cada diferença, a igualdade

Programa - CEPDH

P rograma Razões da Fé: Centro de Estudos, Pesquisa e Direitos Humanos: lugar onde é aplicada a doutrina social da igreja Programa de 23/12/...